
O mar Oceano vem numas.
Noutras flocos de algodão.
Olham-se desconfiadas.
Não tarda pegam-se.
E lá vem por ali abaixo o mundo que o homem criou para contrapor ao que lhe deram quando aqui chegou.
Não sei a que propósito vem isto.
Aquelas são embirrações que me não interessam!
O que estou agora a desenhar é um mapa das nuvens, sem escala, para navegação à vista.
Hei-de encontrar a que me guarda as coisas esquecidas!
Hei-de encontrar a que me guarda as coisas esquecidas!
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